Igualdade de Género e poder às mulheres
| O III ODM visa a eliminar as disparidades entre os sexos no ensino primário e secundário, se possível até 2005, e em todos os níveis, o mais tardar até 2015.
|
||
| Estudo de Caso na SomáliaPoder no feminino
Khadija estava próxima da comunidade. Falava com pessoas comuns acerca de assuntos de interesse, em particular sobre cuidados de saúde. Foi durante um dos percursos que fez para promover iniciativas na área da saúde que lhe ocorreu a ideia de se candidatar a presidente do poder local. No fórum regional NAGAAD juntam-se organizações não governamentais locais para promover um maior envolvimento das mulheres da Somália na política. Entre as actividades previstas encontram-se sessões de treino direccionadas a mulheres que se querem tornar politicamente activas. Khadija é um dos exemplos de sucesso. Saiba mais em: |
||
| Estudo de Caso no BrasilEscolas Solidárias
A “Bonequinha Preta” serviu para abolir as diferenças entre as pessoas, e previu encenações e apresentações. Com a “Minha escolinha” as mães voltaram aos bancos das escolas. O “Cida e Adão” dissemina o valor humano. Os projectos são distintos por natureza, mas une-os o facto de contribuírem para que o terceiro ODM se concretize até 2015. As iniciativas acontecem em diferentes escolas no Brasil, no âmbito numa iniciativa de voluntariado, designada de Faça Parte, promovida pelo Instituto Brasil Voluntário, que envolve professores, alunos e comunidade em causas comuns. Saiba mais em: |
||
| Estudo de Caso no UgandaCom tecnologia pelo poder feminino
Quando a tecnologia é associada a projectos de intervenção social por vezes resulta no reconhecimento internacional. É o caso de uma organização não governamental internacional, designada de Isis-Women’s International Cross Cultural Exchange, que ganhou o prémio de Género e Tecnologias de Informação e Comunicação pela iniciativa que promoveu designada “Documenting Experiences of Women in Situations of Armed Conflict in Uganda”. Foi reconhecida pelo uso inovador de Tecnologias de Informação e Educação com o objectivo de promover a igualdade entre géneros e dar poder às mulheres. Experiências no feminino foram registadas pela ONG em situações de conflito armado nos distritos de Luwero, Gulu, Kitgum, Katakwi, Kumi, Soroti, Gulu e também em Kasese, no Uganda. Saiba mais em: |
||
| Estudo de Caso no RuandaHistórias de Sucesso
Actualmente, o Ruanda tem o maior número no mundo de mulheres no parlamento, cerca de 50 por cento na Câmara dos Deputados e 35 por cento no Senado. O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas tem apoiado o Parlamento do Ruanda e, em particular, o Fórum de Mulheres do Parlamento do Ruanda. O fórum promoveu uma conferência internacional para partilhar experiências e para criar alianças para a criação da nação. Os conferencistas concordaram que as mulheres desempenham um papel fundamental no desenvolvimento de qualquer país e na concretização dos ODM. Já no Kuwait, as mulheres participaram nas eleições parlamentares pela primeira vez em 2006. O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas uniu esforços com organizações da sociedade civil para preparar mulheres a candidatarem-se e para exercerem o direito de voto. No final, nenhuma mulher ganhou lugar no parlamento, mas 35% exerceram o seu direito de voto, uma percentagem superior à de algumas democracias há muito estabelecidas. Saiba mais em: |
||









