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Objectivo 7


7 – Garantir a sustentabilidade ambiental
Meta 1 – Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais; inverter a actual tendência para a perda de recursos ambientais
Em 2007, o Quarto Relatório do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas concluiu que o aumento global das temperaturas normais deveu-se ao aumento das emissões de gases com efeito de estufa. O dióxido de carbono representa mais de metade das emissões globais de gases com efeito de estufa. Em 2005, as emissões de dióxido de carbono (CO2) atingiram cerca de 28 mil milhões de pessoas em todo o mundo. A nível global as emissões de CO2 aumentaram cerca de 30 por cento entre 1990 e 2005. Contudo, as emissões per capita mais elevadas são nas regiões desenvolvidas, com cerca de 12 toneladas de CO2 por pessoa num ano, em comparação com cerca de 3 toneladas nas zonas em desenvolvimento.

Meta 2 – Reduzir para metade a percentagem da população sem acesso permanente a água potável
Os países em desenvolvimento estão muito vulneráveis à degradação ambiental. O consumo de água contaminada e a inexistência de saneamento básico, alimentação apropriada e habitação inadequada coloca sérios desafios à saúde pública e a escassez de recursos naturais têm gerado conflitos e dividido as sociedades. É necessário adoptar com urgência políticas de desenvolvimento sustentável, de modo a criar condições de vida mais propícias.
Cerca de 1,6 mil milhões de pessoas vivem em áreas com escassez de água e aproximadamente 2,5 mil milhões de pessoas permanecem sem saneamento adequado (mais de mil milhões na Ásia e 500 milhões na África Subsariana). Em 2006, menos de metade da população de 54 países tinha acesso a boas condições sanitárias, a maioria em regiões da África Subsariana. Em 21 países da África Subsariana, apenas 16 por cento da população tem acesso a boas condições de saneamento básico.

Meta 3 – Melhorar consideravelmente a vida de pelo menos 100 000 habitantes de bairros degradados, até 2020
Em 2005, nas regiões em desenvolvimento, mais de um terço da população das zonas urbanas vivia em condições degradadas, sendo que 60 por cento eram na África Subsariana. Nesta região, a maioria das habitações degradadas não possuía abastecimento de água ou saneamento adequado.

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