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Economia de Angola

A economia angolana regista, nos últimos anos, um elevado dinamismo, com o Produto Interno Bruto (PIB) de Angola a progredir devido os preços elevados do petróleo. A produção de petróleo e as atividades que a suportam contribuem para cerca de 85% do PIB. As exportações de diamantes contribuem para cera de 5% adicionais. A agricultura de subsistência é  maior fornte de sobrevivência da amioria das pesoas, mas metade dos alimentos consumidos no país são ainda importados.

O aumento da produção de petróleo tem vindo a suportar uma taxa de crescimento maior de 17% por ano, entre 2004 e 2008. A reconstrução no pós-guerra e o restabelecimento de pessoas tem aumentado o crescimento no que diz respeito à construção, bem como à agricultura. Muitas das infraestruturas do país estão ainda danificadas ou subdesenvolvidas pela guerra civil de 27 anos. Há ainda a presença de minas deixadas pela guerra nos meios rurais, apesar da paz estar instalada desde a morte do líder rebelde Jonas Savimbi em 2002. Desde 2005 o governo tem usado bilhões de dólares em linhas de crédito da China, Brasil, Portugal, Alemanha, espanha e da UE na reconstrução das infraestruturas públicas.

A crise global que teve início em 2008 empatou temporariamente o crescimento económico. Os preços mais baixos do petróleo e diamentes desaceleraram o rescimento do PIB em 2,4% em 2009. Mas a situação foi contornada em 2012. A corrupção é um dos grandes desafios a ultrapassar nos setores de extração do país. Angola encontra-se em 149º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano de 2014.

 

Fontes:

CIA – The World Factbook