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Economia da Guiné-Bissau


A Guiné-Bissau é um dos cinco países mais pobres do mundo, que depende, essencialmente, da pesca e da agricultura.

A cultura de castanha-de-caju aumentou consideravelmente nos últimos anos, e fez com que o país alcançasse o sexto lugar no ranking de produção do caju. A Guiné-Bissau exporta peixe e mariscos, pequenas quantidades de amendoins, semente de palma e madeira. O arroz é a principal colheita e o alimento mais importante para a população guineense.

A luta intermitente entre tropas do governo e uma junta militar destruiu a maior parte da infra-estrutura do país e causou um grande dano à economia em 1998. A guerra civil levou à queda de 28 por cento do PIB naquele ano, com a recuperação parcial em 1999-2002. Antes da guerra, a reforma comercial e a liberalização dos preços foram a parte mais próspera do programa de ajuste estrutural do país, no âmbito do apoio por parte do Fundo Monetário Internacional.

O aperto da política monetária e o desenvolvimento do sector privado também tinha começado a fortalecer a economia.

Devido aos preços elevados, o desenvolvimento de petróleo, o fosfato e outros recursos minerais não se assumem como soluções de desenvolvimento de curto prazo.

A desigualdade na distribuição do rendimento é uma das mais extremas do mundo. De acordo com o Banco Mundial, 60 por cento da população vive abaixo do limiar de pobreza (2002).

Em Dezembro de 2003, o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e o PNUD foram forçados a intervir com o suporte orçamental de emergência no valor total de 107 milhões de dólares em 2004, um valor que representa mais de 80 por cento do orçamento nacional total.

Fontes:
Republica Guiné-Bissau Government
Guiné-Bissau
Delegação da Comissão Europeia

IPAD Fundação Calouste Gulbenkian Montepio Geral
 
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