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História e Cultura de São Tomé e Príncipe

História

As ilhas de São Tomé e Príncipe estiveram desabitadas até 1470, quando os navegadores portugueses João de Santarém e Pedro Escobar as descobriram.

Com condições climatéricas favoráveis, a ilha tornou-se o principal produtor africano de cana-de-açúcar, intensificando-se, paralelamente, o tráfico de escravos. A produção de açúcar acaba por ser afetada pela concorrência da produção brasileira. Mas a economia acaba por recuperar com as grandes plantações (roças) de cacau e de café.

No final da década de 1870 assinalou-se a abolição da escravatura, transformada então em trabalho contratual, embora ainda significativamente opressivo.

Os movimentos de liberdade nacional emergem na sociedade santomense. Em 1960, é criado o Comité de Libertação de São Tomé – CLSTP – que dá origem, em 1974, ao Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe – MLSTP. As influências comunistas começam a fazer sentir-se. Em 1974, a Revolução de 25 de Abril, em Portugal, põe termo ao regime de ditadura e, no ano seguinte, a 12 de Julho, São Tomé e Príncipe alcança a independência. O MLSTP assume o poder e designa Manuel Pinto da Costa como primeiro Presidente da República Democrática de São Tomé e Príncipe, ao qual sucede, em 1991, Miguel Trovoada, reeleito em 1996.

Desde 2001 que Fradique de Menezes assume a presidência do país.

A riqueza cultural de São Tomé e Príncipe tem origem na miscigenação entre portugueses e nativos oriundos da costa do Golfo da Guiné, Angola, Cabo Verde e Moçambique.

A riqueza arquitetónica é reconhecida, são disso exemplo a fortaleza de São Sebastião, a catedral de São Sebastião ou a catedral da Santa Sé (Igreja da Sé. As manifestações religiosas, com origem na Igreja Católica, e as manifestações pagãs animam ruas e pessoas.
Os contributos culturais vêm também da pintura, escultura e artesanato e também da dança – Socopé (só com o pé), a Ússua, Puita, Danço-Congo, Bligá, Stleva, entre outras, e encenações – o Tchiloli, Auto de Floripes.

Fontes:
Direção Geral de Turismo de São Tomé
Portal de São Tomé

Cultura

A riqueza cultural de São Tomé e Príncipe tem origem na miscigenação entre portugueses e nativos oriundos da costa do Golfo da Guiné, Angola, Cabo Verde e Moçambique.

A riqueza arquitectónica é reconhecida, são disso exemplo a fortaleza de São Sebastião, a catedral de São Sebastião ou a catedral da Santa Sé (Igreja da Sé. As manifestações religiosas, com origem na Igreja Católica, e as manifestações pagãs animam ruas e pessoas.
Os contributos culturais vêm também da pintura, escultura e artesanato e também da dança – Socopé (só com o pé), a Ússua, Puita, Danço-Congo, Bligá, Stleva, entre outras -e encenações – o Tchiloli, Auto de Floripes.

Fontes:
Direção Geral de Turismo de São Tomé